As crenças populares, realmente funcionam?

Bernardo está com 21 meses. 1 ano e 9 meses. E nessa idade, de acordo com fonoaudiólogos, o bebê deve estar falando por volta de 20 palavras.
Acontece q o bebê aqui de casa, se fala duas palavras, tô no lucro!

Não fala. Ele fala coisinhas como: ‘bô”(pra acabou), “au” (pra tchau), “mam”(pra mãe? Não! Mam é a chupeta. #sofro) e algumas coisinhas quase imperceptíveis. Ele aponta pra tudo, é mega esperto e inteligente. Mas tem preguiça de falar.
Sim! Ele não fala por PREGUIÇA. Posso?

Daí q TODO MUNDO tem uma técnica infalível pra q ele deslanche a falar!

E a última foi da tia da perua! Ela é uma das q mais incentivam o Bê a falar. Ela estimula, ela ajuda, e ela me deu uma dica.

Posso chamar de dica?

Enfim…

É uma crença popular muito antiga, q pessoas mais “antigas” costumam fazer ou aconselhar mães mais novas a fazer pra que a criança fale:

ÁGUA DE ARROZ NA CONCHA

Vc coloca água no arroz pra q ele cozinhe. Qdo a água começar a ferver, pegue uma concha e coloque um pouco dessa água fervendo (mas aguarde esfriar pra não causar queimaduras na língua do pobre bebê e ele nunca mais falar mesmo rsrs) e dê pra ele beber. Dizem q é tiro e queda!

Eu quase nunca faço arroz (comida no geral) a tarde ou a noite! Normalmente faço de manhã e nesse horário, o Bê está na escola.

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Daí q ontem eu tive q fazer arroz assim q o Bê chegou da escola e na hora me lembrei da dica da tia da perua e pensei: “bom, mal não fará! Vou tentar!”.

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Coloquei a água na concha e ofereci! 
E ele fez essa cara:

 

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hahaha

Ele ficou meio em dúvida se queria, cheirou, não confiou em mim, mas no fim, bebeu!

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Bom, como eu disse, mal não vai fazer né?

Não custa tentar!

Bom depois disso, ele continuou sem falar nada kkakakaka

Mas acho q ele amou a água! kkkkkk

 

Agora, falando em crenças, selecionei algumas mais conhecidas pra vcs me dizerem se fizeram já alguma, ou não:(eu já fiz. Várias rsrsrsrsrsrsrsrrss)

 

Para acabar com o soluço, coloque um chumaço de algodão na testa do bebê - (EU FIIIIZ MUITO!!!) A origem da simpatia é desconhecida. O pediatra Roberto Bittar, de São Paulo, acredita que o chumaço de algodão na testa serviria apenas para desviar com algo estranho a atenção do bebê: o soluço passaria, da mesma forma repentina como tinha aparecido. De fato, os soluços são espasmos involuntários do diafragma, músculo responsável pela respiração. Acontecem quando os bebês mamam rápido demais e engolem ar junto com o leite. Não é preciso tomar qualquer providência.

No sétimo dia após o nascimento, o bebê não pode sair de casa, para não pegar o “mal-de-sete-dias” -
 O “mal” são duas doenças que antigamente atingiam os bebês com frequência, nos primeiros sete dias de vida. Uma é o hoje raro tétano umbilical, causado em geral por falta de higiene dos instrumentos médicos e do local do parto. A outra é a doença hemorrágica do recém-nascido. “O bebê pode sofrer hemorragias por falta de vitamina K, que ajuda na coagulação do sangue. Ela é produzida pela flora intestinal, imatura no recém-nascido”, explica o pediatra. Hoje, logo após o parto, é um procedimento de rotina nas maternidades aplicar nos bebês uma injeção de vitamina K.


Quando a criança tem medo de andar, é preciso varrer o chão à frente dela, para que o medo vá embora -
 (HAHAHA OPA. TB FIZ…RS) Segundo a antropóloga Liana Trindade, o movimento de varrer é indicativo de levar coisas para longe, a analogia que está na base dessa simpatia. A dica é boa – para as mães: elas ficam tranqüilas, varrendo a casa, e deixam as crianças em paz com os primeiros passos, sem dar um escândalo a cada tombo. Aqui, como no caso da fala, também é preciso respeitar o tempo de cada um. Normalmente, a criança passa a caminhar sem apoio com cerca de 13 meses. Se nada acontecer até os 15 meses, converse com o pediatra.


É preciso guardar o umbigo que cai, pois, se um rato comê-lo, o bebê vira ladrão -
 Puro folclore, que ninguém sabe exatamente como surgiu. Provavelmente, condições precárias de higiene estimulavam o aparecimento de ratos, que andavam pelos cantos da casa em busca de restos. “O ‘roubo’ do umbigo pelo rato pode estar associado com a imagem de a criança tornar-se um ladrão”, sugere Liana. Em todo caso, o único cuidado que a mãe deve ter com o coto umbilical da criança é mantê-lo limpo e seco, usando álcool a 70%, para evitar contaminações.


Se o bebê não consegue dormir de dia e fica acordado à noite, coloque-o ao contrário no berço 
- (COM A ANNA FIZ MUITO…RS) O truque pode até funcionar, porque um dos pais pega a criança para mudá-la de posição, dando-lhe nesse momento atenção e conforto com sua presença. Mas, infelizmente, não é tão fácil fazer uma criança dormir na hora certa. Uma das causas para essa dificuldade, segundo o doutor Jayme Murahovschi, está no cotidiano estressante que as famílias vivem hoje. O bebê fica excitado, não dorme direito à noite e aí pega no sono de manhã, quando não suporta mais ficar acordado. Se isso acontece com seu filho, evite agitá-lo com brincadeiras antes da hora de dormir e torne esse momento o mais sereno possível. Converse com a criança, conte-lhe uma historinha ou cante para ela.


Para curar bronquite, tire a água de um coco, coloque em um copo virgem, deixe a criança beber uns goles e enterre o copo -
 Outra crendice sem explicação conhecida. Apesar de elaborada, a receita não cura bronquite. É uma doença que merece toda a atenção dos pais e precisa de tratamento adequado, alertam os médicos. Se seu filho tem bronquite, esqueça fórmulas caseiras e procure um especialista.


Alivie as cólicas, pondo três folhas de arruda sob o travesseiro da criança –
(SIIIIM!) A fama da arruda como erva protetora vem de culturas muito antigas, quando era usada contra as forças do mal. Por isso, até hoje as pessoas acreditam que é capaz de curar tudo. Mas está provado que ajuda no combate a vermes e a dores de cabeça e no tratamento de varizes. As cólicas infantis ainda são um mistério para a medicina. Acredita-se que sejam causadas pelo processo de adaptação do intestino do bebê. O melhor é aplicar uma bolsa com água morna em sua barriguinha.


Na primeira semana, o bebê deve ser todo enrolado com cobertores, para ficar bem protegido -
 Mães e médicos realmente acreditavam que o recém-nascido precisa ter o corpo superprotegido por faixas e cobertores, para imitar o aconchego que ele tinha dentro do útero. Hoje, a regra é deixá-lo à vontade e confortável, com roupas adequadas à temperatura do ambiente e, sim, dar-lhe muito carinho e aconchego.


O bebê fica calmo com uma mistura de alface e mel na água do banho –
(ALFACE E MEL NUNCA PUS, MAS CHÁ DE CAMOMILA NA ÁGUA DO BANHO, FIZ MUITO!! QUEM NUNCA??? RS) Muitas mães acreditam que, como o mel e o chá de alface têm propriedades calmantes, produziriam os mesmos efeitos na água do banho. A crendice pode funcionar com mãe: o ritual de preparar o banho com certeza a deixará mais calma.

 

E vcs, conhecem alguma crença popular? Nos diga! Vamos montar um post com as melhores! (e mais bizarras rs)
Topam?

Beijos Than

 

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